Hora Santa de Santa Gemma Galgani
Exercícios e ofícios devocionais

Hora Santa de Santa Gemma Galgani

Em sua Autobiografia e Diário lemos que Santa Gemma fazia uma Hora Santa todas às quintas-feiras à noite, em honra de Nosso Senhor da Paixão e sofrimentos no jardim.

Seções
1
Idioma inicial
Português
100%

Em sua Autobiografia e Diário lemos que Santa Gemma fazia uma Hora Santa todas às quintas-feiras à noite, em honra de Nosso Senhor da Paixão e sofrimentos no jardim. Ela fez esta Hora Santa fielmente cada semana até a sua morte. Quanto a esta Hora Santa, Gemma escreve em sua autobiografia “Toda quinta-feira (noite) eu continuei a fazer a Hora Santa, mas às vezes aconteceu que rezava até 2h00 mesmo porque Jesus estava comigo, e quase sempre ele me mostrou o que o que Ele sentiu de dor no Jardim, a visão de muitos dos meus pecados e os de todo o mundo. Uma tristeza que pode muito bem ser comparada com a agonia da morte.

Caminho de oração

Orações e etapas

1

Orações

Introdução

Coloca-te, ó alma devota, na presença do teu amado Salvador e traz à mente a noite em que Jesus, depois de ter instituído a Sagrada Eucaristia para ser o teu alimento, deixa o Cenáculo com seus Apóstolos para ir ao Jardim das Oliveiras, onde começa a Paixão pela qual Ele salvou o mundo. A tristeza de morte mostra-se em sua fronte e revela-se nas palavras de Jesus aflito. Uma mortal palidez cobre o seu rosto que antes brilhava e que agora possui uma beleza celestial. Entretanto, do aflito Salvador, seu olhar recai sobre ti, como se Ele te dissesse: “Cara alma, tu que és a causa de tanta angústia para mim, fica comigo apenas uma hora e verás se há alguma tristeza como a minha tristeza”.

Sabemos que, na noite da minha agonia, procurei em vão um alívio para mim: “Procurei quem me consolasse e não achei ninguém”. Oh! Adorável Jesus, como pode uma criatura tão ingrata e de coração tão duro recusar-se a passar uma hora em tua companhia, lembrando os mistérios da suprema dor e do amor supremo manifestados na obscuridade da noite de tua Paixão no Jardim do Getsêmani? Oh! Bom Jesus, eis-me presente diante de vós. Dignai-vos revelar-me a grandeza de vossa dor e o excesso de amor que vos fez vítima por meus pecados e pelos pecados de todos os homens.

Hino

Redimidos, vinde ao Horto, Vinde o sangue contemplar Que Jesus, sem um conforto, Ver-te ali pra nos salvar.

Ó Jesus, aos vossos braços. Compungidos, nos tornamos. Estreitai-nos com os laços Que, pecando, nos quebramos.

Com Jesus aqui fiquemos, Adorando, suplicando; Hora breve aqui passemos, Seu martírio relembrando.

A tristeza de Jesus

“A minha alma está triste, até a morte!” (Mt 26,38)

Não há, de fato, sofrimento maior que possa ser comparado à dor da morte. Nosso Salvador, que é a Verdade infalível, faz-nos compreender o excesso de sofrimento que o oprimia quando entrou no Getsêmani. Disse que sua alma estava sob o peso de uma tristeza mortal; que a angústia que estava nele era tão grande que poderia causar-lhe a morte: “A minha alma está triste, até a morte”.

Depois de dizer isto, Ele entra mais profundamente no jardim, até chegar ao lugar onde costumava passar a noite em oração. Ali exorta seus fiéis Apóstolos, que havia levado consigo ao jardim para que fossem testemunhas de seus sofrimentos, a vigiar e orar com Ele. Em seguida, afastou-se um pouco e entrou numa gruta. Ali ajoelhou-se para iniciar a mais dolorosa e, ao mesmo tempo, a mais generosa oração já feita sobre a terra.

O primeiro motivo da tristeza que o oprimia era a terrível acumulação de indignação e vergonha que, em pouco tempo, se apoderava dele como uma tempestade furiosa. Na verdade, Ele ainda não havia deixado seus amados Apóstolos quando passaram diante de sua mente todas as terríveis cenas de dor e sangue de sua Paixão iminente: a traição por um de seus Apóstolos, a desonra, o desprezo e as calúnias.

Depois viria uma flagelação tão cruel que deixaria expostos os seus ossos. Mas isso ainda não bastava. O Rei sagrado deveria ser atormentado por uma coroa de espinhos e permanecer com ela até a morte. Além disso, receberia golpes, saliva e escárnios. Ainda não era suficiente. Ele deveria suportar a infâmia de ser tratado como um condenado, abominado pelos chefes do seu povo e pelo próprio povo.

Após tantos sofrimentos, deveria arrastar-se até o monte do sacrifício com a cruz sobre os seus ombros dilacerados, caindo várias vezes, quase morto, sob o seu enorme peso. Deveria beber o amargo fel, ser insultado no meio de uma multidão insolente e permitir-se ser pregado de pés e mãos. Durante três longas horas permaneceria suspenso entre o céu e a terra, preso pelos cravos de ferro, para expiar, com dores indescritíveis, as iniquidades da raça humana.

Contudo, nem isso parecia suficiente. A essa terrível agonia ainda se acrescentariam as mais amargas zombarias, novos insultos e sarcasmos. Depois viria uma sede ardente, agravada ainda mais pelo tormento do vinagre. O abandono do Pai. A imensa tristeza de sua amada Mãe. Oh! Terrível e desolada morte!

Almas resgatadas e adquiridas pelas cruéis dores de Jesus, vosso Salvador, considerai-o esmagado em um abismo de sofrimento. E tudo isso por amor a vós, para vos salvar, para conduzir-vos com Ele ao paraíso.

Oprimido por tanta angústia, Jesus volta aos três Apóstolos a quem havia pedido que vigiassem e orassem. Mas encontra-os dormindo. Não há uma palavra de conforto para Jesus agonizante. Não há um sentimento de compaixão.

Na amargura de seu abandono, seu olhar triste volta-se para ti, ó alma devota. Poderá Ele encontrar em teu coração um sentimento de compaixão e gratidão? Não tens palavras para o bom Jesus? O que dirias se estivesses perto dele na noite de sua agonia?

Ah! Abre o teu coração e faz agora o que terias feito então, pois Ele sempre aceita com alegria as manifestações de amor que brotam do coração de seus fiéis.

Medite em silêncio.

Oferecimento

Santo Pai, que amou o mundo, até mesmo ao ponto de sacrificar Seu Filho encarnado por isso, em nome de todos os redimidos agradece- vos por este ato da Sua infinita caridade, oferecendo-lhe em troca a mais perfeita santidade e méritos do mesmo Filho unigênito.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Santo Pai, para salvar-nos da perdição eterna, colocou sobre a humanidade de seu adorável Filho unigênito a carga de todas as nossas iniquidades. Eu ofereço a você a agonia de Jesus no Getsêmani, suplico a Vós concedei-me a graça de desfrutar na eternidade os frutos de seus indescritíveis tormentos.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Santo Pai, quem para reconciliar a humanidade culpada com a Sua Majestade ofendida, tens submetido Seu Filho inocente para aplacar os rigores da inexorável justiça, sobre os quais foram estabelecidas as dores merecidas pelos nossos pecados, eu lhe ofereço a mais adorável apresentação de Jesus no Getsêmani, e vos suplico concedei a conversão e a salvação de todos os pecadores.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Hino

Quanta angustia no jardim, Se apodera do Senhor! Quanto sofre, ó Céus, por mim O meu terno Salvador!

Os meus olhos se umedecem De divino, amargo pranto, Vendo as almas que perecem, Mesmo após padecer tanto.

Jesus sofre angústias sob o peso da iniquidade humana

Uma longa hora de angústia para Jesus passa no meio da escuridão da noite e do abandono de seus amados discípulos. A apreensão dos vívidos e cruéis ultrajes que o aguardam espalha terror e medo em sua alma bendita. Ele já sente, com maior profundidade, o enorme peso de sua missão como Salvador do mundo. Vê que chegou o tempo de sua imolação. O céu, a terra e o inferno parecem armados contra Ele. Deve sustentar uma grande batalha na qual todos os golpes serão arremessados contra Ele sozinho.

O que faz Jesus? Pálido e tremendo, volta-se para Deus e, humildemente, exclama ao seu Pai: “Pai, se possível, afasta de mim este cálice”. Qual será a resposta que o Filho recebe de Deus a essa humilde oração? O céu permanece fechado. Não há resposta. Ele quer suportar até mesmo essa dor, para nos obter a perseverança na oração, a paciência e a constância, ainda que o céu pareça fechado às nossas súplicas. Ah, bom Jesus! Não há sofrimento que não tenhas suportado para nosso consolo e exemplo.

Segue, portanto, o teu Jesus, ó minha alma, que, levado pelo amor, recebe cada vez mais profunda tristeza. A terrível procissão de todos os pecados e de todos os crimes dos filhos de Adão apresenta-se diante de sua mente e de seu coração dilacerado. Ele vê que deve tomar sobre si esse repugnante fardo e apresentar-se, diante do olhar puríssimo de seu Pai, coberto com a imundície do pecado. É impossível para a mente humana compreender ou sequer imaginar a horrível tortura que a santíssima e inocentíssima alma de Jesus sofreu. Ele já havia lamentado, pela boca do profeta: “Os ímpios lavraram sobre as minhas costas”.

Oh, como está oprimido o nosso querido Salvador sob o peso de tantos pecados! Certamente o Divino Cordeiro, que está prestes a imolar-se à Justiça divina tantas vezes ofendida pelos homens, depois de ter satisfeito pelas iniquidades humanas ao sacrificar sua preciosa vida no madeiro para tirar os pecados do mundo, poderia ao menos esperar que os homens, reconhecendo tão grande dom, banissem o pecado para sempre e permanecessem fiéis Àquele que tanto sofreu para salvá-los da morte eterna.

Ah, pobre Jesus, como seria bom se fosse assim! Mas, em vez disso, uma imagem ainda mais horrível apresenta-se diante de sua mente. Ele vê que, mesmo depois de a humanidade ser redimida por tantos sofrimentos e depois de ter lavado a terra com seu sangue, mesmo depois de ter dado o Espírito divino aos seus fiéis e de ter feito da terra um paraíso de graça pela Eucaristia, ainda assim o pecado permanece no mundo. Ele vê sua santa lei desprezada, sua Igreja e seus ministros perseguidos, sua graça negligenciada e seu amor rejeitado.

Então, chorando, Ele diz: “Que proveito há no meu sangue? Por que derramar o meu sangue? Por que morrer entre as agonias de uma cruz, se os homens, ingratos por tantos benefícios, mais tarde se entregarão novamente ao poder do demônio e à perdição eterna? Quando terá fim o domínio do pecado no mundo?”

E o bom Jesus, lançando o seu olhar sobre todos os tempos futuros, contempla o pecado em todos os séculos, em cada ano, em todos os dias e em cada momento. O peso desses pecados o oprime fortemente e Ele repete: “Os ímpios lavraram sobre as minhas costas, prolongaram a sua iniquidade”.

Minha alma, ainda estarás entre aqueles que prolongam essa cadeia de pecados, adiando repetidamente a própria conversão e fazendo o Coração de Jesus chorar de tanta tristeza? Oh, como é terrível o pecado depois que um Deus derramou seu sangue para destruí-lo! Como é terrível o pecado em uma alma já purificada por esse divino sangue! Em almas unidas ao Coração de Jesus pela santa Comunhão!

Ó aflito Salvador, com razão chorais e vos lamentais! Mas se Jesus sofre ao prever os pecados dos redimidos em geral, quanto não sofrerá ao prever os pecados de seus amigos íntimos, das almas consagradas a Ele?

“Ó queridas almas”, parece dizer, “almas da minha paz, amigas íntimas do meu coração, que vivem em minha casa, comem do meu pão e se alimentam à minha mesa, por que feris o meu coração pelo pecado? Povo do meu coração, que mal vos fiz? Em que vos contristei? Saciei a vossa sede com as águas celestes da minha graça e vós me destes fel. Satisfez a vossa fome com o precioso maná do meu Corpo e vós me feristes com golpes e flagelos. Ó meu povo, que vos fiz eu? Em que vos contristei? Preparei-vos um trono no céu e vós me apresentastes uma cruz. Alma querida da minha vinha, amada do meu coração, que mais poderia eu ter feito por ti que ainda não tenha feito? Que mais deveria eu fazer pela minha vinha que não tenha feito? E por tanto amor, vós me retribuís com espinhos e abrolhos!”

Medite em silêncio.

Oferecimento

Oh, meu Salvador aflitas, quero oferecer-lhe o meu coração e o coração de todos aqueles homens que ardem com o fogo do amor perfeito, para retribuir um pouco do seu próprio amor infinito. Que angústia para o meu coração a frieza dos outros, vou oferecer-lhe, ó bom Jesus, o santo ardor com que os antigos patriarcas suspiram para Sua vinda, e o santo zelo pelo Seu Nome que seus Apóstolos propagaram por todo o mundo.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Oh, meu sofrido Redentor, eu lhe ofereço a mais que perfeita compaixão de vossa Imaculada Mãe, na sua alma transpassada pela espada de dor, é oferecida a visão de seu sofrimento, e com a mais perfeita gratidão com que, por toda a raça humana, ela agradeceu a Vós, bendito sejas Senhor Jesus pelos benefícios de Sua infinita Redenção.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Meu Jesus agonizante, eu, uma criatura miserável, não sendo capaz de dar o conforto que você gostaria receber, ofereço-lhe a alegria dada à Santíssima Trindade e os anjos do Céu, quando fez cumprir, com essa dor e com esse amor, a grande obra da redenção e, ao mesmo tempo suplico que todos os resgatados possam compreender bem deste mistério do amor infinito.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Hino

Sob o peso do pecado E oprimido pela dor, Já por terra cai prostrado Nosso amante Redentor.

Vinde, o Anjos, um conforto Prodigai ao vosso Deus, Que agoniza, neste Horto, Pra tornar-nos filhos Teus.

O grande Fiat

Contempla, ó alma resgatada, como o teu Salvador tem o Coração transpassado pela ingratidão dos homens. Ele está prostrado em agonia sobre o solo. Está sozinho, abandonado, sem ninguém que o ajude, Ele que nunca se recusou a estender a mão aos fracos e aos aflitos.

Levanta-te, alma fiel. Chegou o momento de corresponder ao amor de Jesus. O que terias feito se, na noite da Paixão, tivesses encontrado no Getsêmani o agonizante Salvador?

Meu caro Senhor, quero levantar-vos da terra e oferecer-vos o meu coração. Meu dulcíssimo Salvador, eu vos amo, eu vos amo, eu vos amo! Quero ser amor para convosco, para obter amor por vós, para que todos vos amem. Desejaria consumir a minha vida por vós e por todos os vossos remidos.

Meu doce Jesus, gostaria de gastar até mesmo a própria vida por vosso amor, fazendo sacrifícios, não importa quão grandes sejam. Mas quando surge uma pequena contrariedade, uma leve humilhação, uma recusa, uma reprovação, uma falta de atenção, consigo suportá-la? Amo realmente o sacrifício? Posso alegrar-me com a possibilidade de oferecer-vos a mortificação das minhas paixões?

Bom Jesus, tenho vergonha de responder. Contudo, aqui junto de vós, na escola do sofrimento e do amor, quero aprender, meu querido Mestre, a humilhar-me e a sacrificar-me em todas as coisas por vosso amor.

Entretanto, a hora da agonia mortal de Jesus passa lentamente. Ele, o Deus do céu e da terra, continua prostrado sobre o solo, e ninguém se dá conta disso. E o que fazem os discípulos? Dormem!

Ah, Jesus! Na noite de vossa Paixão tivestes de sofrer também a dor do abandono de vossos queridos amigos, e sentistes em vosso coração toda a amargura disso. Essa tristeza então aceitastes, até a desejastes. Agora, porém, desejais que os vossos redimidos permaneçam em vigília ao vosso redor, meditando sobre a vossa Paixão. Mas, em vez disso, muitos dormem o sono dos ingratos, que consiste no esquecimento daquele de quem só recebem benefícios.

Oh, que excesso de ingratidão e dureza de coração!

Enquanto Jesus sofre sozinho e prostrado sobre a terra, eis que um anjo do céu vem confortá-lo. Com a humildade de um filho obediente, Jesus recebe esse mensageiro enviado por seu Pai, pronto a submeter-se aos seus desígnios.

O anjo vem para fortalecê-lo, não para consolá-lo nem para aliviar suas dores, nem para tirar de suas mãos o cálice amargo. Pelo contrário, encoraja-o a entrar plenamente no combate e a receber corajosamente os golpes que o céu, o mundo e o inferno lançarão contra Ele.

O céu, porque a justiça eterna do Pai estava prestes a punir nele todas as iniquidades dos homens. O mundo, que não podendo suportar a santidade do Filho de Deus, preparava para Ele uma cruz. E o inferno, que, cheio de ódio contra o Santo dos Santos, excitava nos seus inimigos a maior crueldade e o mais furioso escárnio.

Assim, o anjo o exorta a beber até a última gota do cálice da maldade humana, tornando-se, por assim dizer, maldito por nós e suportando todo o peso da justiça divina.

Entretanto, a justiça e a misericórdia aguardam o Fiat de Jesus, o seu “Sim”, pelo qual seriam reconciliadas para sempre. O céu espera esse Sim para poder ser povoado por homens santos. A terra o espera, desejosa de ver a maldição merecida pelo primeiro pecado lavada pelo precioso sangue do Redentor. As almas que aguardam no seio de Abraão esperam também, para voltarem a ser filhos de Deus e verem reabertas as portas do céu.

Mas quão custoso é esse Sim de Jesus!

Ele, o mais inocente, o Santo e Imaculado, deve revestir-se da aparência do pecador e do ímpio. Deve aparecer como um culpado e carregar sobre si as nossas iniquidades. Imensa é a angústia que o oprime, e Ele repete: “Afasta de mim este cálice!”

Ao mesmo tempo, porém, vê que estamos perdidos se Ele não tomar sobre si a culpa dos nossos pecados, se não aceitar os golpes da justiça e lavar as nossas iniquidades no seu sangue.

Então, mais generoso ainda, num ímpeto de heroico amor, Jesus pronuncia o seu sublime Fiat. Diz: “Faça-se”. Assim consente em levar sobre si todos os nossos pecados e, como se fosse culpado deles, aceita e até convida esses terríveis sofrimentos.

Sim aos espinhos para expiar os nossos maus pensamentos. Sim à flagelação para punir em si os nossos pecados de sensualidade. Sim aos insultos, à saliva e aos golpes para expiar o nosso orgulho. Sim ao vinagre e ao fel em reparação pelos nossos pecados de gula e de desordem. Sim à cruz e aos cravos para reparar a nossa desobediência. Sim às três horas de dolorosíssima agonia na cruz para curar todas as nossas feridas e remediar todos os nossos males. Sim à sua morte para nos dar a vida eterna!

Ó precioso Sim que alegra o céu, salva o mundo e faz tremer o inferno! Sim que rompe tantas cadeias e enxuga tantas lágrimas!

Graças a vós, ó bom Jesus. Obrigado por tão generoso Sim. Eu vos bendigo e vos agradeço em nome de todos os homens.

Medite em silencio.

Oferecimento

Santo Pai, que, em reparação de nossas rebeliões e desobediências foi honrado pelo generoso Sim de Jesus no Getsêmani, eu lhe oferecer essa mesma sim em expiação de todos os delitos que Sua Majestade adorável recebeu da minha rebelde e contumaz vontade, vos suplico concedei-me perfeita docilidade e submissão através dos méritos do mesmo Sim.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Santo Pai, através da glória que o generoso Sim de Jesus no Getsêmani adquiriu, eu vos suplico perdão para mim de todas as falhas de rebelião e desobediência, e concedei-me a graça de amar doravante totalmente submisso a Sua santa vontade e pela a vontade dos meus superiores por amor de vós.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Santo Pai, através do esforço generoso e as angústias que o Sim proferidas no Getsêmani custou a Jesus, peço que concedeis para mim, para todas as almas consagradas, e para todos os cristãos, o espírito da santa fortaleza e constância, unida de uma generosidade que contará como luz para todos os sacrifícios em sua glória.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Hino

A Palavra suspirada De infinito, ardente amor Por Jesus e pronunciada Com profunda e imensa dor!

Esse Fiat amoroso Custa sofrimentos sérios: Um patíbulo afrontoso, Penas, dores, vitupérios.

O Sangue de Jesus e os seus frutos.

Meu Jesus já proferiu o seu grande fiat! Mas o esforço o faz cair novamente por terra, esmagado sob o enorme peso que devia carregar sozinho. Oprimido, por um lado, pela justiça divina, que o considera como vítima universal, à qual estão unidos todos os pecados e suas punições; e, por outro lado, pela sua infinita vontade de cumprir a sua missão como divino Redentor do mundo. Para isso, Ele está preparado para o batismo de sangue que tão ardentemente desejou. Ah! Na verdade, o bom Jesus pode agora ser considerado como trigo escolhido triturado no moinho de pedras, bem como doces uvas pisadas no lagar. Com efeito, tal é a intensa angústia que oprime o seu Coração que Ele começa a suar sangue por todos os seus poros, e isso de modo tão intenso que gotas de sangue caem no chão. Oh, quanto custou o “sim” de Jesus! Oh, quanto Ele teve de sofrer para se tornar devedor por nossos pecados! E que vergonha para mim, que me recuso a fazer o menor sacrifício, enquanto vejo o meu Deus que se tornou vítima livremente por amor a mim. “Ele foi oferecido porque era sua vontade.”

Mas por que, doce Jesus, torturar-se assim com infinita dor, vós que, com uma única oração, com um suspiro, com uma batida do vosso Coração, poderíeis ter salvado o mundo? Um profeta já havia dito que a redenção de Jesus seria uma copiosa redenção. E realmente é uma copiosa redenção a que Ele realizou, pois por ela é restabelecida a honra outrora desfrutada pelo inocente, pelo justo e pelos santos. Somente um Deus poderia ter realizado uma obra tão grande. Mas Jesus ainda não está satisfeito e, em seu amor, deseja incompreensivelmente que, por meio de seu sofrimento, sejam colocados em nossas mãos, como algo absolutamente nosso, os ricos tesouros de seus méritos, para que possamos obter toda graça do céu. Que mais se poderia desejar? No entanto, são dons tão grandes que o homem não ousaria pedi-los, nem sequer pensaria ser capaz de alcançá-los. Mas a infinita caridade do nosso Santíssimo Salvador pensa neles e, com a voz de seu sangue e os suspiros de seu Coração aflito, Ele obtém para nós, de seu Pai, a suprema graça de sermos elevados até mesmo a abraçar a Divindade por meio da Eucaristia, que Ele havia instituído naquela mesma noite.

E, como se isso não bastasse para satisfazer uma caridade que não conhece limites, Ele deseja que o seu Espírito, o Divino Paráclito, seja infundido e permaneça permanentemente em nossas almas. “Pedirei ao Pai”, havia dito naquela mesma noite aos seus apóstolos, “pedirei ao Pai, e Ele vos enviará o Espírito Santo.” E agora, aqui no Getsêmani, entre sofrimento e sangue que escorre, Ele cumpre essa promessa, merecendo para nós a infusão do Divino Paráclito e elevando assim o homem ao mais alto grau de felicidade, graça e glória.

A Jesus ainda resta mais um desejo. Ele se lembra do que seu Pai lhe disse: “Pede-me, e eu te darei as nações como herança.” E, elevando o seu rosto coberto de sangue para o céu, pede as nações prometidas como sua herança. Ele quer muitas almas que sejam defendidas como amadas de seu Coração, fiéis discípulos que sigam o seu exemplo, e sobre as quais Ele possa derramar a abundância dessas graças merecidas com tanta dor. “Dai-me almas, dai-me almas, ó Pai, pois minha vida será consumada na cruz por elas. Dai-me almas.”

E, entre todas as almas, Jesus também escolhe a sua. Ele a deseja, Ele a pede a seu Pai com lágrimas, e por ela renova a oferta de si mesmo e de todos os seus sofrimentos sem limites. Minha alma, minha alma, como és amada por Deus, que ao suar sangue te escolheu, te desejou e te abraçou como esposo! E, pouco tempo depois, Jesus, do alto da cruz, dirá à sua Mãe: “Eis o teu filho”, e, na pessoa de João, lhe entregará todos os remidos. Assim, no Getsêmani, Ele diz a seu Pai: “Eis os vossos filhos. Eu, o vosso Filho por natureza, tomo o lugar do homem pecador, para que o pecador possa tomar o meu lugar e tornar-se vosso filho pela graça. Para mim, ó Pai, os sofrimentos; para os pecadores, o perdão e a paz. Para mim, a morte; para eles, a vida. Para mim, o abandono; para eles, um perfeito acolhimento, uma união abençoada e eterna convosco. Eis, eis os vossos filhos, abraçai-os. O meu Sangue os torna puros, belos e dignos de vós.”

“Pai, eu desejo.” Jesus nunca havia dito “eu desejo”, mas agora o diz. “Desejo que as almas que me destes sejam um conosco, unidas a nós, como eu sou convosco. Lembrai-vos, ó Pai, que eu me tornei homem para que o homem seja elevado até Deus, que reina em sua própria glória por toda a eternidade.”

Eis os mistérios do amor incompreensível que operam no Coração de Deus, que derrama suor de sangue pelos homens. Eis o admirável fruto do Sangue de Jesus. Silêncio, admiração e amor generoso. Ó almas resgatadas, almas defendidas por Deus ao tornar-se homem, este é o único retorno ao Grande, Santo e Infinito Amor que se imola por vós.

Medite em silêncio.

Oferecimento

Santo Pai, com um coração quebrado com a mais viva gratidão, agradeço em nome de todos os homens, por dar-nos um Redentor tão bom e tão generoso, através de quem, com infinita vantagem, nós temos recuperado as bênçãos perdidas pelos pecados originais. Eu ofereço-lhe a salvação de todos os redimidos, o sangue que Ele derramou, suplicando a Vós que conceda que os frutos da redenção sejam tão abundantes como o resgate propriamente dito e que o bom Jesus seja conhecido, amado e abençoado por todos os filhos de Adão por toda a eternidade.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Santo Pai, Eu ofereço o precioso sangue de Jesus para obter a partir de Sua misericórdia e aumentar a exaltação da Igreja Católica, a conversão de todos os infiéis, hereges, e os pecadores, a perseverança dos justos, e a libertação das almas do Purgatório. Eu ofereço a vocês para o maior bem dos meus superiores e todos os meus queridos amigos. Além disso, oferece-vos para a santificação de minha alma e pelas minhas intenções: (aqui se diz as intenções).

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Oferecimento

Santo Pai, que amou o mundo, até mesmo para sacrificar Seu Filho unigênito à custa de grande tormento para ele, concedei que o mundo tenha muito amor por Jesus, e mostre sincero agradecimento a Deus, bendiga e glorifique, e que possam ser muitas almas que estão perfeitamente unida e sempre fieis a Ele, e que entre esse número também pode ser encontrada minha pobre alma. Santo Pai, eu ofereço os suspiros, as orações, e a agonia de Jesus no Getsêmani, juntamente com o sangue derramado Ele, que Vós possa reavivar nos corações de todos os cristãos devoção aos admiráveis mistérios da Redenção, e com isso aumentar a verdade e generoso espírito de sacrifício, o que torna a alma assim como a Jesus.

Pai-Nosso

Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu.

O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.

Ave-Maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco; bendita sois vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus.

Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.

Glória ao Pai

Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

Hino

Ao divino Amante demos Graças mil, de coração, Pois que em seu sangue nos temos Um penhor de salvação.

És, o sangue, quem da morte, Nossas almas libertou, Quem trocou a nossa sorte, Quem o Céu nos franqueou.

Frase

“Jesus Cristo com Sua Paixão nos livrou do poder do pecado, mas com a Eucaristia nos livra do poder de pecar” (Inocêncio III)

Conclusão

Só mais um olhar sobre o seu Deus, oh! minha alma, oh! Alma do seu amor e dor. As longas horas de agonia no Getsêmani já passaram a dar lugar a um dia de vergonha para ao final de três horas de tortura na cruz. Observem que Judas o traiu, e Jesus como um cordeiro dócil, vai saudá-lo! Ah, meu Jesus, estou a ver-te abraçar um traidor? Ah, não! E não vir ao meu abraço, mesmo em meu coração, ó bom Jesus, pois eu já não quero vos ofender, mas sempre há amar cada dia mais. Amém.

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