Orações
Humildade de São Domingos
Uma das principais guardas da castidade é a humildade. Se as testemunhas do processo de canonização falam da pureza de São Domingos, insistem também muito sobre a sua humildade. Como o seu divino Mestre, Domingos era manso e humilde de coração, atraindo sempre a simpatia de quantos com ele lidavam. Ninguém era mais afável, ninguém mais simples no trato com os homens. De Jesus Cristo, disse S. Paulo que ele se aniquilou fazendo-se obediente até à morte. Domingos imitou nesse ponto o divino modelo. «Rigidíssimo observante» da Regra e das Constituições que ele próprio elaborara, submeteu-se a elas como o último dos religiosos e ainda com mais rigor, pois não se dispensava, ao passo que dispensava os outros.
Em viagem, seguia a vontade dos seus companheiros, que eram ao mesmo tempo súditos e filhos, quanto à escolha da pousada e comida. Do mesmo modo, quando chegava a um convento, conformava-se em tudo com os seus usos e costumes, apesar de ser o Superior de todos. Humilhava-se diante de Deus e pedia-Lhe que, por causa dos seus pecados, não castigasse as povoações por onde tinha de passar. Ouviam-no muitas vezes, nas suas orações, repetir versículos da Sagrada Escritura como estes: «Senhor, tende piedade de mim que sou pecador»; «Fui eu que pequei e cometi a iniquidade»; «Não sou digno de levantar o olhar para o Céu por causa da grandeza dos meus pecados, porque provoquei a vossa cólera, Senhor, e fiz o que é mau a vossos olhos».
Profundamente religioso, desprezava-se a si mesmo. Considerava-se como um «homem de nada» e, no fim da vida, depois de ter fundado a Ordem, depois de ter operado tantos milagres, convertido tantas almas e dado tantos exemplos de virtudes sublimes, no Capítulo Geral de Bolonha, diante dos delegados de toda a Ordem, declarou: «Mereço ser deposto do meu cargo, pois sou um homem inútil e relaxado». E humilhou-se muito diante de todos. Como não foi aceite a sua vontade, quis, pelo menos, que houvesse padres definidores com autoridade sobre ele durante todo o Capítulo. Esta pouca estima em que se tinha levava-o a procurar humilhações. Recebia com agrado, como uma grande recompensa, os insultos dos hereges.
Um dia perguntaram-lhe por que razão preferia a diocese de Carcassona à de Tolosa, e o Santo respondeu: «Em Tolosa sou honrado e todos me querem bem; aqui não, estou no meio dos hereges que me desprezam». Por amor às humilhações, abandonou as riquezas e abraçou a vida de pobreza. Usava vestes pobres, remendadas, e diante de pessoas importantes nada fazia para as encobrir; antes, com essa humilhação sentia um grande prazer. Muitas vezes pedia pão, de porta em porta, e, não raras, o recebia de joelhos. Procurava ocultar, quanto podia, as graças extraordinárias que recebia. Como o Papa quisesse fazer publicar, do alto dos púlpitos, um grande milagre realizado por São Domingos, este declarou que fugiria de Roma para nunca mais lá voltar.
Sendo Prior de Osma, quando lhe davam carne, não a comia nem a recusava, mas ocultava-a para que não descobrissem a sua mortificação. Recusou duas ou três vezes o episcopado, preferindo viver pobre com os irmãos. Como testamento, disse a seus filhos antes de morrer: «Caritatem habete, humilitatem servate paupertatem voluntariam habete»: «Tende caridade, guardai a humildade e possuí a pobreza voluntária». Peçamos, pois, a São Domingos, que não quis ser enterrado senão debaixo dos pés de seus irmãos, que nos alcance uma verdadeira humildade, fundamento de todas as virtudes.
Sinal da Cruz Signum Crucis
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.
Oração Inicial Oração Inicial
Deus de ternura e compaixão, que suscitaste em Domingos o pregador do teu Evangelho de misericórdia, Evangelho de plenitude da justiça, e o levaste a construir uma família que, em obras e palavras, testemunhasse a gratuidade do teu amor, ajuda-nos a encontrar o silêncio donde saia a palavra que alumie de esperança a nossa noite e o gesto que nos traga uma paz ardente. Faz do Espírito de Jesus Cristo a graça da nossa vida. Amém.
Deus de ternura e compaixão, que suscitaste em Domingos o pregador do teu Evangelho de misericórdia, Evangelho de plenitude da justiça, e o levaste a construir uma família que, em obras e palavras, testemunhasse a gratuidade do teu amor, ajuda-nos a encontrar o silêncio donde saia a palavra que alumie de esperança a nossa noite e o gesto que nos traga uma paz ardente. Faz do Espírito de Jesus Cristo a graça da nossa vida. Amém.
Vinde, Espírito Santo Veni, Sancte Spiritus
Vinde, Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o vosso Espírito e tudo será criado, e renovareis a face da terra.
Oremos. Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.
Veni, Sancte Spiritus, reple tuorum corda fidelium, et tui amoris in eis ignem accende. Emitte Spiritum tuum et creabuntur, et renovabis faciem terrae.
Oremus. Deus, qui corda fidelium Sancti Spiritus illustratione docuisti, da nobis in eodem Spiritu recta sapere et de eius semper consolatione gaudere. Per Christum Dominum nostrum. Amen.
Oração Oração
Dulcíssimo São Domingos, tende compaixão dos aflitos, dos pobres peregrinos e desterrados do Céu, não desprezeis as nossas humildes súplicas, mas livrai-nos de todos os perigos e, pelas vossas santas orações, transportai-nos para o Reino da segurança e da paz.
Bom Jesus, pela oração de Domingos, fazei que nos tornemos agradáveis a vossos olhos.
Oremos: Concedei-nos, Deus Omnipotente, Vos pedimos, que os exemplos do glorioso Patriarca São Domingos nos levem a uma vida melhor, a fim de que, honrando a sua memória, imitemos também as suas virtudes. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amém.
Dulcíssimo São Domingos, tende compaixão dos aflitos, dos pobres peregrinos e desterrados do Céu, não desprezeis as nossas humildes súplicas, mas livrai-nos de todos os perigos e, pelas vossas santas orações, transportai-nos para o Reino da segurança e da paz.
Bom Jesus, pela oração de Domingos, fazei que nos tornemos agradáveis a vossos olhos.
Oremos: Concedei-nos, Deus Omnipotente, Vos pedimos, que os exemplos do glorioso Patriarca São Domingos nos levem a uma vida melhor, a fim de que, honrando a sua memória, imitemos também as suas virtudes. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo. Amém.
Oração Final Oração Final
Louvado seja o nosso Redentor, que, querendo salvar todos os homens, deu ao mundo São Domingos de Gusmão.
Coração de Jesus, abrasado de amor por nós. Abrasai o nosso coração de amor por Vós
Oremos: Senhor Jesus Cristo, que dissestes: pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e abrir-se-vos-á, nós Vos pedimos, pelos méritos do vosso fiel servo Domingos e de vossa Mãe Santíssima, protetora e advogada da Ordem, e pela bondade inesgotável do vosso Coração, nos concedeis as graças que humildemente Vos pedimos nesta novena, para que, seguindo fielmente os vestígios do nosso glorioso Patriarca São Domingos, possamos com ele louvar-Vos e glorificar-Vos por toda a eternidade. Amém.
Louvado seja o nosso Redentor, que, querendo salvar todos os homens, deu ao mundo São Domingos de Gusmão.
Coração de Jesus, abrasado de amor por nós. Abrasai o nosso coração de amor por Vós
Oremos: Senhor Jesus Cristo, que dissestes: pedi e recebereis, procurai e achareis, batei e abrir-se-vos-á, nós Vos pedimos, pelos méritos do vosso fiel servo Domingos e de vossa Mãe Santíssima, protetora e advogada da Ordem, e pela bondade inesgotável do vosso Coração, nos concedeis as graças que humildemente Vos pedimos nesta novena, para que, seguindo fielmente os vestígios do nosso glorioso Patriarca São Domingos, possamos com ele louvar-Vos e glorificar-Vos por toda a eternidade. Amém.
Sinal da Cruz Signum Crucis
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.