Orações
Cristo, Rei da Morte
Vigiai, portanto, porque não sabeis em que dia virá o vosso Senhor. (Mt 24, 42)
Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá, e Eu o ressuscitarei no último dia. (Jo 11, 25-26) Existe uma estreita relação entre a festa de Cristo Rei e a consciência da finitude de nossa vida e da certeza do Juízo. De fato, algumas das mais belas representações artísticas da Realeza de Cristo estão em obras sobre o fim dos tempos: vale a pena passar longas horas contemplando, por exemplo, os infinitos detalhes de um Retábulo de Gante, de um Juízo Final de Memling ou de um Fra Angelico, ou meditar sobre a soberana majestade e a infinita piedade de Deus ao som de um Rex Tremendae de Mozart…
Também na Liturgia da Igreja enxergamos esta mesma relação. No crepúsculo de cada dia, os sacerdotes rezam, por toda a Igreja, um cântico escatológico: ora antecipando o momento em que, vindo o tempo de julgar vivos e mortos, e chegada a realeza de Deus e o domínio de seu Cristo, daremos graças ao Senhor Deus onipotente, Aquele que é, que era e que há de vir (“O julgamento de Deus”, às quintas-feiras); ora prenunciando as núpcias do Cordeiro redivivo, quando exultaremos de alegria porque de seu reino terá tomado posse nosso Deus onipotente (“As núpcias do Cordeiro”, aos domingos); ora louvando a Deus pelo Cordeiro por nós imolado, que nos remiu com seu sangue e nos faz sacerdotes e povo de reis (“Hino dos remidos”, às terças-feiras). E o tradicional canto gregoriano Dies Irae, que antigamente era cantado nas Missas de Exéquias(Requiem), é atualmente reservado para a última semana do tempo comum – justamente os dias que sucedem nossa Solenidade de Cristo Rei.
Reflitamos mais detidamente, então, sobre a morte, o juízo e o sentido da vida. Muitas pessoas se enganam ao pensar que a maior festa litúrgica dos cristãos é o Natal – de fato, embora a Encarnação do Verbo tenha modificado o curso da história para sempre, foi somente com sua Paixão e Ressureição que Nosso Senhor Jesus Cristo completou sua missão e demonstrou sua realeza inclusive sobre a morte.
Cristo não mede esforços para salvar as ovelhas perdidas: como nos ensina a parábola do bom-pastor, Ele teria sofrido os mais atrozes sofrimentos ainda que fosse somente por cada um de nós. Seu Sacratíssimo Coração desejou padecer até o extremo as tribulações para que, por sua morte, nos fosse conquistada a vida.
Dessa maneira, a morte detém papel singular na doutrina católica e deveria sempre estar nos pensamentos dos cristãos. O chamado à reflexão é universal, já que todos havemos de morrer, como bem proclamado na capela do Convento de São Francisco em Évora: “Nós, ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”.
Os monges franciscanos não desejavam aterrorizar os fiéis, mas sim conclamá-los a ter responsabilidade perante a vida, rejeitando sobretudo os pecados graves. Uma das maiores heresias de nossos tempos consiste em afirmar que a bondade divina jamais condenaria alguma alma ao inferno. Todavia, o magistério constante da Igreja e as Sagradas Escrituras são claros em sustentar quão horroroso aos olhos de Deus é o pecado, castigado inclusive com morte e fogo, com choro e ranger de dentes (Jo 15, 5-6; Lc 13, 22-24.28).
Nossa morte está intimamente ligada com nossa vida, não apenas por ela ser a porta para a eternidade, mas também para que vivamos longe das mentiras e falsas promessas de sucesso. Qualis vita, finis ita, “Qual vida, tal morte”, dizem os mestres espirituais. A origem do pecado remonta precisamente em procurar no mundo uma felicidade que ele não pode oferecer. Em verdade, reconhecer a Cristo como Rei da morte significa necessariamente que O tenhamos reconhecido primeiramente como Senhor de todos os aspectos da existência.
As reflexões de ontem sobre o sofrimento demonstraram a insensatez de se pensar constantemente no corpo e esquecer da alma. Quem peca experimentará, cedo ou tarde, frustação e tristeza – e, à diferença do justo, não terá seu fardo aliviado pela consciência de carregar a própria cruz humildemente com alegria e amor.
Neste ponto não existe “meio-termo”, já que é impossível servir a dois senhores: só há dois lugares possíveis para passarmos nossa eternidade. A fidelidade a nosso Rei é medida a partir dos bons frutos, pois é estéril a vida de quem enterra seus talentos e não faz brilhar a sua luz diante dos homens. A morte é somente o começo de toda a eternidade, é durante as poucas décadas na terra em que se demonstra fidelidade ou rejeição a Cristo para sempre.
Tudo depende do seguinte questionamento: “como vivi e em que estado morri”. Assim, o cristão não teme a morte e, mais ainda, a espera feliz e confiante nas palavras de Cristo de que ressuscitará os que creram Nele. Por isso, não devemos medir esforços para fazer com que os indivíduos e a sociedade retornem a Cristo, permitindo que entendam a palavra de Deus e seus mandamentos – pois quanto mais o conhecerem, mais o amarão.
Entretanto, a humanidade não reconhece as verdades contidas nos ensinamentos de Nosso Senhor. Pior que isso, nossa sociedade hoje prega a transgressão inclusive contra as mais básicas leis naturais, dando cada vez mais velas à vontade tresloucada de tomar o papel do Criador.
A consequência não poderia ser outra senão a propagação de uma cultura da morte, em que filhos são assassinados no ventre de suas jovens mães e, posteriormente, depois de exaurido o relógio biológico, são novamente descartados como subprodutos das fertilizações in vitro. Os que conseguem chegar à vida são então bombardeados por ideologias iníquas, as quais almejam incutir em suas mentes inexperientes pensamentos opostos à lei imutável e eterna de Deus, elevando a infelicidade geral e até os suicídios.
Ainda que as proporções dessas mazelas sejam elevadas, o remédio para reconduzir a sociedade à vida é muito simples: reconhecer a Cristo como Rei da família, da juventude, da mulher, dos que sofrem, da morte e de todos os aspectos da criação. São necessárias hoje grandes virtudes para combater as tentações e guardar a fé – mas as meditações que vimos fazendo nos apontam algo do caminho. Cristo é meu Rei, e para que também eu reine sobre a morte, não posso transgredir os Mandamentos, devo guardar puro o corpo e o coração, dizer sempre a verdade, obedecer aos pais e superiores, olhar o mundo à luz de sua doutrina e, por fim, orar muito para a conversão dos pecadores e salvação das almas.
Sinal da Cruz Signum Crucis
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.
Oração Oração
Ó gloriosíssimo Cristo Rei, que para a redenção da humanidade vencestes a morte, ajudai-nos também a nós a vencê-la, perseverando no caminho da vida e na rejeição ao pecado.
Que no mundo inteiro frutifiquem homens e mulheres que sejam sal da terra e luz do mundo, que com suas boas obras iluminem o caminho daqueles que permanecem nas trevas.
Dai-nos um coração manso e humilde como o Vosso, a fim de que aprendamos convosco o caminho que leva ao Pai e à salvação.
Sede nosso refúgio nas tribulações, e não abandoneis os que Vos procuram e Vos anunciam às nações.
Que sejamos misericordiosos e saibamos amar a justiça, a fim de que não temamos o julgamento e que a morte nos seja a porta de entrada para a pátria eterna no Céu. Amém.
Ó gloriosíssimo Cristo Rei, que para a redenção da humanidade vencestes a morte, ajudai-nos também a nós a vencê-la, perseverando no caminho da vida e na rejeição ao pecado.
Que no mundo inteiro frutifiquem homens e mulheres que sejam sal da terra e luz do mundo, que com suas boas obras iluminem o caminho daqueles que permanecem nas trevas.
Dai-nos um coração manso e humilde como o Vosso, a fim de que aprendamos convosco o caminho que leva ao Pai e à salvação.
Sede nosso refúgio nas tribulações, e não abandoneis os que Vos procuram e Vos anunciam às nações.
Que sejamos misericordiosos e saibamos amar a justiça, a fim de que não temamos o julgamento e que a morte nos seja a porta de entrada para a pátria eterna no Céu. Amém.
Novena a Cristo Rei Novena a Cristo Rei
Senhor Jesus Cristo, Rei da morte, Tende piedade de nós.
Senhor Jesus Cristo, Rei da morte, Tende piedade de nós.
Ladainha de Cristo Rei Ladainha de Cristo Rei
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V. Cristo, tende piedade de nós. R. Cristo, tende piedade de nós.
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V.Cristo, ouvi-nos. R. Cristo, ouvi-nos.
V. Cristo, atendei-nos. R. Cristo, atendei-nos.
Deus Pai dos céus, R. tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, Deus Espírito Santo, Santíssima Trindade, que sois um só Deus, Senhor Jesus Cristo, Rei do céu e da terra, Senhor Jesus Cristo, Rei soberano de todas as nações, Senhor Jesus Cristo, Rei anunciado pelos profetas, Senhor Jesus Cristo, Rei entronizado na cruz, Senhor Jesus Cristo, Rei ressuscitado dentre os mortos, Senhor Jesus Cristo, Rei sentado à direita de Deus Pai, Senhor Jesus Cristo, Rei de infinita majestade, Senhor Jesus Cristo, Rei exaltado no trono da graça, Senhor Jesus Cristo, Rei de misericórdia, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo lado aberto brotaram sangue e água, Senhor Jesus Cristo, Rei compassivo, Senhor Jesus Cristo, Rei, autor e eficácia dos sacramentos, Senhor Jesus Cristo, Rei verdadeiramente presente no Santíssimo Sacramento do altar, Senhor Jesus Cristo, Rei do coração que arde de amor, Senhor Jesus Cristo, Rei que sois alfa e ômega, Senhor Jesus Cristo, Rei que fostes, sois e vireis, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo trono nos aproximamos confiantes, Senhor Jesus Cristo, Rei do qual provém toda autoridade, Senhor Jesus Cristo, Rei cujo reino não é deste mundo, Senhor Jesus Cristo, Rei que cura toda divisão, Senhor Jesus Cristo, Rei ferido por nossa indiferença, Senhor Jesus Cristo, Rei manso e humilde de coração, Senhor Jesus Cristo, Rei que habitais os corações, Senhor Jesus Cristo, Rei das famílias, V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. perdoai-nos, Senhor.
V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. ouvi-nos, Senhor.
V. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. tende piedade de nós.
V. Vossa é a grandeza e o poder. R. Vosso é o reino, Senhor.
V. OREMOS Deus eterno e todo-poderoso, que dispusestes restaurar todas as coisas no vosso amado Filho, Rei do universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade, vos glorifiquem eternamente. Pelo mesmo Cristo, Senhor nosso. R. Amém.
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V. Cristo, tende piedade de nós. R. Cristo, tende piedade de nós.
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V.Cristo, ouvi-nos. R. Cristo, ouvi-nos.
V. Cristo, atendei-nos. R. Cristo, atendei-nos.
Deus Pai dos céus, R. tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, Deus Espírito Santo, Santíssima Trindade, que sois um só Deus, Senhor Jesus Cristo, Rei do céu e da terra, Senhor Jesus Cristo, Rei soberano de todas as nações, Senhor Jesus Cristo, Rei anunciado pelos profetas, Senhor Jesus Cristo, Rei entronizado na cruz, Senhor Jesus Cristo, Rei ressuscitado dentre os mortos, Senhor Jesus Cristo, Rei sentado à direita de Deus Pai, Senhor Jesus Cristo, Rei de infinita majestade, Senhor Jesus Cristo, Rei exaltado no trono da graça, Senhor Jesus Cristo, Rei de misericórdia, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo lado aberto brotaram sangue e água, Senhor Jesus Cristo, Rei compassivo, Senhor Jesus Cristo, Rei, autor e eficácia dos sacramentos, Senhor Jesus Cristo, Rei verdadeiramente presente no Santíssimo Sacramento do altar, Senhor Jesus Cristo, Rei do coração que arde de amor, Senhor Jesus Cristo, Rei que sois alfa e ômega, Senhor Jesus Cristo, Rei que fostes, sois e vireis, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo trono nos aproximamos confiantes, Senhor Jesus Cristo, Rei do qual provém toda autoridade, Senhor Jesus Cristo, Rei cujo reino não é deste mundo, Senhor Jesus Cristo, Rei que cura toda divisão, Senhor Jesus Cristo, Rei ferido por nossa indiferença, Senhor Jesus Cristo, Rei manso e humilde de coração, Senhor Jesus Cristo, Rei que habitais os corações, Senhor Jesus Cristo, Rei das famílias, V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. perdoai-nos, Senhor.
V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. ouvi-nos, Senhor.
V. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. tende piedade de nós.
V. Vossa é a grandeza e o poder. R. Vosso é o reino, Senhor.
V. OREMOS Deus eterno e todo-poderoso, que dispusestes restaurar todas as coisas no vosso amado Filho, Rei do universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade, vos glorifiquem eternamente. Pelo mesmo Cristo, Senhor nosso. R. Amém.
* Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar piedosamente este ato, e plenária quando se recitar publicamente na solenidade de Jesus Cristo Rei. * Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar piedosamente este ato, e plenária quando se recitar publicamente na solenidade de Jesus Cristo Rei.
Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós que humildemente estamos prostrados na vossa presença, os vossos olhares. Nós somos e queremos ser vossos; e a fim de podermos viver mais intimamente unidos a vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao vosso sacratíssimo Coração.
Muitos há que nunca vos conheceram; muitos, desprezando os vossos mandamentos, vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso Sagrado Coração.
Senhor, sede rei não somente dos fiéis, que nunca de vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos, que vos abandonaram; fazei que estes tornem, quanto antes, à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome.
Sede rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que, em breve, haja um só rebanho e um só pastor.
Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que, de um pólo a outro do mundo ressoe uma só voz: louvado seja o coração divino, que nos trouxe a salvação; honra e glória a ele, por todos os séculos. Amém.
Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós que humildemente estamos prostrados na vossa presença, os vossos olhares. Nós somos e queremos ser vossos; e a fim de podermos viver mais intimamente unidos a vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao vosso sacratíssimo Coração.
Muitos há que nunca vos conheceram; muitos, desprezando os vossos mandamentos, vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso Sagrado Coração.
Senhor, sede rei não somente dos fiéis, que nunca de vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos, que vos abandonaram; fazei que estes tornem, quanto antes, à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome.
Sede rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que, em breve, haja um só rebanho e um só pastor.
Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que, de um pólo a outro do mundo ressoe uma só voz: louvado seja o coração divino, que nos trouxe a salvação; honra e glória a ele, por todos os séculos. Amém.
Ato de Consagração individual ao Sagrado Coração de Jesus. Ato de Consagração individual ao Sagrado Coração de Jesus.
Eu, {O SEU NOME}, vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, a minha vida, as minhas ações, penas e sofrimentos, para não querer mais servir-me de nenhuma parte do meu ser, senão para vos honrar, amar e glorificar. É esta a minha vontade irrevogável: ser todo vosso e tudo fazer por vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto vos possa desagradar.
Tomo-vos, pois, ó Sagrado Coração, por único bem do meu amor, protetor da minha vida, segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e da minha inconstância, reparador de todas as imperfeições da minha vida e meu asilo seguro na hora da morte.
Sê, ó Coração de bondade, a minha justificação diante de Deus, vosso Pai, para que desvie de mim a sua justa cólera. Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em Vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero de vossa bondade! Extingui em mim tudo o que possa desagradar- Vos ou que se oponha à vossa vontade.
Seja o vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-Vos nem separar-me de Vós. Suplico-Vos que o meu nome seja escrito no vosso Coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como vosso escravo. Amém.
Eu, {O SEU NOME}, vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, a minha vida, as minhas ações, penas e sofrimentos, para não querer mais servir-me de nenhuma parte do meu ser, senão para vos honrar, amar e glorificar. É esta a minha vontade irrevogável: ser todo vosso e tudo fazer por vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto vos possa desagradar.
Tomo-vos, pois, ó Sagrado Coração, por único bem do meu amor, protetor da minha vida, segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e da minha inconstância, reparador de todas as imperfeições da minha vida e meu asilo seguro na hora da morte.
Sê, ó Coração de bondade, a minha justificação diante de Deus, vosso Pai, para que desvie de mim a sua justa cólera. Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em Vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero de vossa bondade! Extingui em mim tudo o que possa desagradar- Vos ou que se oponha à vossa vontade.
Seja o vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-Vos nem separar-me de Vós. Suplico-Vos que o meu nome seja escrito no vosso Coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como vosso escravo. Amém.
Sinal da Cruz Signum Crucis
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.