Orações
Cristo, Rei da Glória
Levantai-vos, soldados de Cristo! Eia! Avante, na senda da glória! Desfraldai no pendão da vitória O imortal coração de Jesus!
Não nascemos senão para a luta. Da batalha amplo campo é a terra. É renhida e constante esta guerra: Apanágio dos filhos de Adão!
Não é preciso ser muito perspicaz para perceber que, no Brasil e em todo o Ocidente, a coesão do tecido social vem sendo cada vez mais esgarçada: a insegurança pública e a brutalidade nem nos causam mais espanto; os conflitos entre correntes políticas e ideológicas vão se acirrando e distanciando até mesmo antigos amigos e parentes… Parece que a única coisa em que conseguimos concordar é que temos tido cada vez mais conflitos, e cada vez menos paz.
Em certo sentido, nada disto é surpresa para nós cristãos: sabemos que a vida do homem sobre a terra é uma luta (Jó 7, 1), e que, por causa do pecado, que sujeitou a criação inteira à vaidade, e a faz gemer continuamente como que em dores de parto (Rm 8, 20.33), a nossa sorte é comer o pão suado do trabalho, e alimentar-nos com sofrimento todos os dias de nossa vida (Gn 3, 17.19). Mas Cristo não veio justamente para nos libertar desta encruzilhada? Sim veio, e de fato nos abriu as portas do Céu com sua Morte e Ressurreição – mas só atravessaremos esta porta se passarmos pelo mesmo processo que ele passou.
Acaso ignorais que todos nós, batizados no Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados? (cf Rm 6, 3-6). Ele mesmo nos adverte severamente: o Reino dos Céus é arrebatado à força, e são os violentos que o conquistam (Mt 11, 12). Mas que força e que violência é esta que Cristo nos pede? Que combate é esse ao qual somos conclamados, e que morte é essa pela qual devemos passar? Se não tivermos verdadeira fé sobrenatural em Deus, corremos o risco de encarar esta luta de um ponto de vista excessivamente humano: uma mera “cruzada cultural” contra organizações sociais e instituições políticas contrárias aos valores cristãos… Mas lembremos do que nos diz São Paulo: a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra (…) os espíritos malignos espalhados pelo espaço (Ef 6, 12).
Ideologias e sistemas políticos anticristãos, recessões econômicas, desastres ambientais, fomes e epidemias: são certamente realidades dolorosas – mas que, em última análise, não passam de males deste mundo, sem nenhuma relevância diante da vida eterna. São John Henry Newman expressou esta ideia com toda veemência ao dizer que “A Igreja Católica afirma que, se o sol e a lua se precipitassem do firmamento, e a terra se afundasse, e os muitos milhões que a povoam morressem de inanição em extrema agonia, tudo isso, que causaria males temporais, tudo isso seria um mal menos grave do que o de uma única alma que não só se perdesse, mas cometesse um único pecado leve, dissesse deliberadamente uma mentira ou roubasse sem motivo uma moeda de cinquenta centavos”.
Trata-se, portanto, de um combate espiritual – e por isso nossos “exercícios militares” devem também ser de natureza espiritual. Seguindo ainda o conselho de São Paulo, precisamos fortalecer-nos no Senhor, no poder de sua força, e revestir-nos com a armadura de Deus, a fim de que possamos resistir no dia mau, e permanecer firmes depois de terdes superado toda prova (Ef 6, 10.13).
Em primeiríssimo lugar, precisamos conservar sempre o nosso estado de graça, esta vida sobrenatural que Deus infunde em seus amigos. Mas para isto não basta “ir à Missa aos domingos e contribuir com o dízimo” – é preciso aceitar e viver, na vida de cada dia, todos os mandamentos de Cristo e da Igreja. Essa postura, que vemos às vezes, de quem diz “Sou católico, mas não concordo com tal ou qual ensinamento da Igreja” faz tanto sentido quanto “ser palmeirense, mas torcer pra que o Corinthians vença o Palmeiras na final do campeonato”, ou vice-versa. E quando nos faltarem as forças para viver à altura do Evangelho, recorramos apressadamente à Confissão. Se estudarmos a vida dos santos, vemos que todos tinham o hábito de se confessar com frequência: a cada mês, a cada quinzena, ou mesmo a cada semana… Será que nós somos tão mais santos que eles, que nos basta recorrer ao santo perdão uma vez só por ano, nos mutirões de Páscoa?
Se já estamos em estado de graça, se já saímos do “risco de vida”, o próximo passo é exercitar nossa vida interior. Temos que reservar, todos os dias, um tempo generoso de conversa íntimo com Deus; temos de rezar o terço devotamente (como nos pediu tantas vezes Maria Santíssima!); e comungar com frequência – se possível, inclusive durante a semana. Precisamos, por fim, estudar nossa religião, conhecer nossa doutrina, e estar sempre prontos a dar a razão de nossa esperança a todo aquele que a pedir (1 Pd 3, 15).
Lembremos sempre que o que está em jogo neste combate é a salvação eterna de bilhões e bilhões de almas – inclusive a minha e a sua! Como dizia Léon Bloy, só existe uma verdadeira tristeza: a de não sermos Santos – ou, olhando pelo lado positivo da moeda: Não há nada melhor no mundo do que estar em graça de Deus.
Em certo sentido, nossa época lembra um pouco o período final do Império Romano, em que aquela grandiosa civilização, outrora pujante, bambeava e ameaçava ruir ao chão, pelo crescente cinismo e rejeição dos valores tradicionais. Antes mesmo da efetiva queda de Roma ante os bárbaros, os homens mais sábios, como um Santo Agostinho, entreviam a ruína iminente – e indicavam a saída: ‘Os tempos estão ruins, estão cheios de problemas!’ – dizem os homens. Ora, passemos nós a viver bem, e os tempos serão bons. Nós somos os tempos: da forma com que nós vivermos, assim serão os tempos. A saída para estas nossas crises sociais – no Brasil e em todo o Ocidente – começa, portanto, pela santidade pessoal.
Esforcemo-nos, então, para sermos os santos de que tanto precisamos: santos pais e mães de família, santos professores e médicos, santos políticos e sacerdotes, santos trabalhadores e empreendedores, santos formadores de opinião e influenciadores: que empenhem sua vida e sua honra para defender a vida, desde seu início até seu fim natural, que promovam a honestidade na vida pública e privada, que lutem pela dignidade humana e contra todo tipo de miséria, material como espiritual. “Um segredo. – Um segredo em voz alta: estas crises mundiais são crises de santos.Deus quer um punhado de homens ‘seus’ em cada atividade humana. – Depois… ‘pax Christi in regno Christi’ – a paz de Cristo no reino de Cristo”.
Sinal da Cruz Signum Crucis
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.
Oração Oração
Ó potentíssimo Cristo Rei, que com o Pai e o Espírito Santo criastes no princípio o mundo e depois o recriastes na redenção, e não cessais de renová-lo em vossa amorosa Providência, ajudai-nos a estar despertos para a luta espiritual que travamos neste vale de lágrimas.
Vós, que na aparente derrota da Cruz vencestes o Maligno e anunciastes a paz ao mundo, livrai-nos do desespero e do vão temor, e ajudai-nos a empenharmo-nos com perseverança no combate que nos é proposto, com os olhos fixos em Vós.
Dai-nos alcançar a herança incorruptível, que não estraga, que não se mancha nem murcha, e que é reservada para nós nos céus, para ser manifestada nos últimos tempos. Amém.
Ó potentíssimo Cristo Rei, que com o Pai e o Espírito Santo criastes no princípio o mundo e depois o recriastes na redenção, e não cessais de renová-lo em vossa amorosa Providência, ajudai-nos a estar despertos para a luta espiritual que travamos neste vale de lágrimas.
Vós, que na aparente derrota da Cruz vencestes o Maligno e anunciastes a paz ao mundo, livrai-nos do desespero e do vão temor, e ajudai-nos a empenharmo-nos com perseverança no combate que nos é proposto, com os olhos fixos em Vós.
Dai-nos alcançar a herança incorruptível, que não estraga, que não se mancha nem murcha, e que é reservada para nós nos céus, para ser manifestada nos últimos tempos. Amém.
Novena a Cristo Rei Novena a Cristo Rei
Senhor Jesus Cristo, Rei da Glória Tende piedade de nós.
Senhor Jesus Cristo, Rei da Glória Tende piedade de nós.
Ladainha de Cristo Rei Ladainha de Cristo Rei
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V. Cristo, tende piedade de nós. R. Cristo, tende piedade de nós.
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V.Cristo, ouvi-nos. R. Cristo, ouvi-nos.
V. Cristo, atendei-nos. R. Cristo, atendei-nos.
Deus Pai dos céus, R. tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, Deus Espírito Santo, Santíssima Trindade, que sois um só Deus, Senhor Jesus Cristo, Rei do céu e da terra, Senhor Jesus Cristo, Rei soberano de todas as nações, Senhor Jesus Cristo, Rei anunciado pelos profetas, Senhor Jesus Cristo, Rei entronizado na cruz, Senhor Jesus Cristo, Rei ressuscitado dentre os mortos, Senhor Jesus Cristo, Rei sentado à direita de Deus Pai, Senhor Jesus Cristo, Rei de infinita majestade, Senhor Jesus Cristo, Rei exaltado no trono da graça, Senhor Jesus Cristo, Rei de misericórdia, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo lado aberto brotaram sangue e água, Senhor Jesus Cristo, Rei compassivo, Senhor Jesus Cristo, Rei, autor e eficácia dos sacramentos, Senhor Jesus Cristo, Rei verdadeiramente presente no Santíssimo Sacramento do altar, Senhor Jesus Cristo, Rei do coração que arde de amor, Senhor Jesus Cristo, Rei que sois alfa e ômega, Senhor Jesus Cristo, Rei que fostes, sois e vireis, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo trono nos aproximamos confiantes, Senhor Jesus Cristo, Rei do qual provém toda autoridade, Senhor Jesus Cristo, Rei cujo reino não é deste mundo, Senhor Jesus Cristo, Rei que cura toda divisão, Senhor Jesus Cristo, Rei ferido por nossa indiferença, Senhor Jesus Cristo, Rei manso e humilde de coração, Senhor Jesus Cristo, Rei que habitais os corações, Senhor Jesus Cristo, Rei das famílias, V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. perdoai-nos, Senhor.
V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. ouvi-nos, Senhor.
V. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. tende piedade de nós.
V. Vossa é a grandeza e o poder. R. Vosso é o reino, Senhor.
V. OREMOS Deus eterno e todo-poderoso, que dispusestes restaurar todas as coisas no vosso amado Filho, Rei do universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade, vos glorifiquem eternamente. Pelo mesmo Cristo, Senhor nosso. R. Amém.
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V. Cristo, tende piedade de nós. R. Cristo, tende piedade de nós.
V. Senhor, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós.
V.Cristo, ouvi-nos. R. Cristo, ouvi-nos.
V. Cristo, atendei-nos. R. Cristo, atendei-nos.
Deus Pai dos céus, R. tende piedade de nós.
Deus Filho, Redentor do mundo, Deus Espírito Santo, Santíssima Trindade, que sois um só Deus, Senhor Jesus Cristo, Rei do céu e da terra, Senhor Jesus Cristo, Rei soberano de todas as nações, Senhor Jesus Cristo, Rei anunciado pelos profetas, Senhor Jesus Cristo, Rei entronizado na cruz, Senhor Jesus Cristo, Rei ressuscitado dentre os mortos, Senhor Jesus Cristo, Rei sentado à direita de Deus Pai, Senhor Jesus Cristo, Rei de infinita majestade, Senhor Jesus Cristo, Rei exaltado no trono da graça, Senhor Jesus Cristo, Rei de misericórdia, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo lado aberto brotaram sangue e água, Senhor Jesus Cristo, Rei compassivo, Senhor Jesus Cristo, Rei, autor e eficácia dos sacramentos, Senhor Jesus Cristo, Rei verdadeiramente presente no Santíssimo Sacramento do altar, Senhor Jesus Cristo, Rei do coração que arde de amor, Senhor Jesus Cristo, Rei que sois alfa e ômega, Senhor Jesus Cristo, Rei que fostes, sois e vireis, Senhor Jesus Cristo, Rei de cujo trono nos aproximamos confiantes, Senhor Jesus Cristo, Rei do qual provém toda autoridade, Senhor Jesus Cristo, Rei cujo reino não é deste mundo, Senhor Jesus Cristo, Rei que cura toda divisão, Senhor Jesus Cristo, Rei ferido por nossa indiferença, Senhor Jesus Cristo, Rei manso e humilde de coração, Senhor Jesus Cristo, Rei que habitais os corações, Senhor Jesus Cristo, Rei das famílias, V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. perdoai-nos, Senhor.
V.Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. ouvi-nos, Senhor.
V. Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, R. tende piedade de nós.
V. Vossa é a grandeza e o poder. R. Vosso é o reino, Senhor.
V. OREMOS Deus eterno e todo-poderoso, que dispusestes restaurar todas as coisas no vosso amado Filho, Rei do universo, fazei que todas as criaturas, libertas da escravidão e servindo à vossa majestade, vos glorifiquem eternamente. Pelo mesmo Cristo, Senhor nosso. R. Amém.
* Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar piedosamente este ato, e plenária quando se recitar publicamente na solenidade de Jesus Cristo Rei. * Concede-se indulgência parcial ao fiel que recitar piedosamente este ato, e plenária quando se recitar publicamente na solenidade de Jesus Cristo Rei.
Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós que humildemente estamos prostrados na vossa presença, os vossos olhares. Nós somos e queremos ser vossos; e a fim de podermos viver mais intimamente unidos a vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao vosso sacratíssimo Coração.
Muitos há que nunca vos conheceram; muitos, desprezando os vossos mandamentos, vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso Sagrado Coração.
Senhor, sede rei não somente dos fiéis, que nunca de vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos, que vos abandonaram; fazei que estes tornem, quanto antes, à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome.
Sede rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que, em breve, haja um só rebanho e um só pastor.
Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que, de um pólo a outro do mundo ressoe uma só voz: louvado seja o coração divino, que nos trouxe a salvação; honra e glória a ele, por todos os séculos. Amém.
Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai sobre nós que humildemente estamos prostrados na vossa presença, os vossos olhares. Nós somos e queremos ser vossos; e a fim de podermos viver mais intimamente unidos a vós, cada um de nós se consagra, espontaneamente, neste dia, ao vosso sacratíssimo Coração.
Muitos há que nunca vos conheceram; muitos, desprezando os vossos mandamentos, vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao vosso Sagrado Coração.
Senhor, sede rei não somente dos fiéis, que nunca de vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos, que vos abandonaram; fazei que estes tornem, quanto antes, à casa paterna, para não perecerem de miséria e de fome.
Sede rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade da fé, a fim de que, em breve, haja um só rebanho e um só pastor.
Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos os povos; fazei que, de um pólo a outro do mundo ressoe uma só voz: louvado seja o coração divino, que nos trouxe a salvação; honra e glória a ele, por todos os séculos. Amém.
Ato de Consagração individual ao Sagrado Coração de Jesus. Ato de Consagração individual ao Sagrado Coração de Jesus.
Eu, {O SEU NOME}, vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, a minha vida, as minhas ações, penas e sofrimentos, para não querer mais servir-me de nenhuma parte do meu ser, senão para vos honrar, amar e glorificar. É esta a minha vontade irrevogável: ser todo vosso e tudo fazer por vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto vos possa desagradar.
Tomo-vos, pois, ó Sagrado Coração, por único bem do meu amor, protetor da minha vida, segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e da minha inconstância, reparador de todas as imperfeições da minha vida e meu asilo seguro na hora da morte.
Sê, ó Coração de bondade, a minha justificação diante de Deus, vosso Pai, para que desvie de mim a sua justa cólera. Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em Vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero de vossa bondade! Extingui em mim tudo o que possa desagradar- Vos ou que se oponha à vossa vontade.
Seja o vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-Vos nem separar-me de Vós. Suplico-Vos que o meu nome seja escrito no vosso Coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como vosso escravo. Amém.
Eu, {O SEU NOME}, vos dou e consagro, ó Sagrado Coração de Jesus Cristo, a minha vida, as minhas ações, penas e sofrimentos, para não querer mais servir-me de nenhuma parte do meu ser, senão para vos honrar, amar e glorificar. É esta a minha vontade irrevogável: ser todo vosso e tudo fazer por vosso amor, renunciando de todo o meu coração a tudo quanto vos possa desagradar.
Tomo-vos, pois, ó Sagrado Coração, por único bem do meu amor, protetor da minha vida, segurança da minha salvação, remédio da minha fragilidade e da minha inconstância, reparador de todas as imperfeições da minha vida e meu asilo seguro na hora da morte.
Sê, ó Coração de bondade, a minha justificação diante de Deus, vosso Pai, para que desvie de mim a sua justa cólera. Ó Coração de amor, deposito toda a minha confiança em Vós, pois tudo temo de minha malícia e de minha fraqueza, mas tudo espero de vossa bondade! Extingui em mim tudo o que possa desagradar- Vos ou que se oponha à vossa vontade.
Seja o vosso puro amor tão profundamente impresso em meu coração, que jamais possa eu esquecer-Vos nem separar-me de Vós. Suplico-Vos que o meu nome seja escrito no vosso Coração, pois quero fazer consistir toda a minha felicidade e toda a minha glória em viver e morrer como vosso escravo. Amém.
Sinal da Cruz Signum Crucis
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
In nomine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.